Tempo é crucial em tratamento de Theo na Tailândia; família precisa de R$ 402 mil

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Um dos olhos do menino de Bento Gonçalves já foi comprometido, mas médicos ainda podem salvar a visão do olho esquerdo

A família do pequeno Theo Damian, de dois anos e seis meses, já está há 17 dias em Bangkok, Tailândia, onde busca tratamento especializado para o filho que nasceu prematuro extremo em Bento Gonçalves, com apenas 900 gramas.

Apesar dos esforços, o tempo de espera por tratamento no Brasil fez com que o olho direito de Theo perdesse totalmente a funcionalidade, necessitando agora ser removido. No entanto, segundo sua mãe Janaina, ainda há esperança para o olho esquerdo, que pode ter a visão preservada mediante uma cirurgia adicional e o tratamento com células-tronco.

“Ainda temos o olho esquerdo que precisa de mais uma cirurgia, além do tratamento com células-tronco”, explica a mãe, que enfrenta o desafio de arrecadar R$ 402 mil para continuar os procedimentos médicos.

Além das questões visuais causadas pela retinopatia da prematuridade, o tratamento na Tailândia também visa minimizar sequelas neurológicas decorrentes de complicações como hemorragia cerebral e hidrocefalia que Theo enfrentou desde seu nascimento.

Janaina relata a frustração com a falta de apoio das autoridades: “Chamamos todos os dias autoridades, prefeito, deputados — ambos prometeram ajudar. Mas ninguém sequer nos responde. Corremos o risco de pararem os tratamentos se não arrecadarmos o restante.”

Para quem deseja contribuir com o tratamento de Theo, é possível entrar em contato com a voluntária Renata Longhi pelo telefone (54) 99961-3135 ou diretamente com a mãe, Janaina Damian, pelo número (54) 99198-5188

PIX PARA VAQUINHA    5331649@vakinha.com.br

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