Neste ano, pela primeira vez desde 1863, o início da Quaresma, do Ramadã e do Ano-Novo Chinês coincidem. A sincronia histórica entre os calendários fortalece a reflexão e a conexão com a espiritualidade
Chegou o período do ano em que a espiritualidade é exaltada por aqueles que vivem suas crenças, independentemente da religiosidade. Passado o feriado de carnaval, é tempo de reflexão, de olhar para dentro, de enaltecer a fé e emanar boas energias. Pela primeira vez desde 1863, a Quaresma, o Ramadã e o Ano-Novo Chinês se alinharam. Os dois primeiros eventos começaram em 18 de fevereiro e o Ano-Novo Chinês, na véspera. A previsão é de que a coincidência se repita novamente somente daqui a 163 anos, em 2189. A raridade da sincronia entre os calendários cristão, islâmico e chinês reforça correntes de energia, positividade e fé.
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Definida pelo calendário cristão, a Quaresma corresponde aos 40 dias que separam o feriado de carnaval da Páscoa. É um dos períodos mais importantes para o cristianismo. Assim como Jesus Cristo jejuou por 40 dias e 40 noites no deserto antes de iniciar sua vida pública, os católicos dedicam o período à renovação da fé, caridade, penitência e reflexão. O número 40 tem um simbolismo forte por aparecer em trechos importantes da Bíblia, como os 40 anos que os hebreus passaram no deserto e os 40 dias do dilúvio no tempo de Noé.
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