Brasil cai quatro posições no ranking de liberdade de imprensa durante a pandemia

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“O jornalismo é a melhor vacina contra a desinformação”

O ranking mundial da liberdade de imprensa elaborado pela ONG repórteres Sem Fronteira, avaliando 180 países coloca o Brasil em 111º lugar. Segundo a ONG um dos motivos da queda o retrocesso em quatro posições do Brasil é a insistência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em promover supostos medicamentos contra a covid-19. Na análise, a atitude de Bolsonaro é comparada a de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, que ocupa o 148º lugar no ranking do Repórteres Sem Fronteira.

“O jornalismo é a melhor vacina contra a desinformação”, declarou o secretário-geral da RSF, Christophe Deloire. “Infelizmente, sua produção e circulação são frequentemente cerceadas por fatores políticos, econômicos, tecnológicos e, às vezes, até culturais. Diante da viralização da desinformação além-fronteiras, nas plataformas digitais e nas redes sociais, o jornalismo é a principal garantia de um debate público fundamentado numa diversidade de fatos verificados.”

Liberdade de imprensa no mundo
Entre os 180 países avaliados, em 130 o jornalismo está cerceado. Segundo o relatório, “uma situação ótima ou, pelo menos, muito satisfatória do exercício do jornalismo, nunca esteve tão reduzida”.

Apenas 12 países, 7% dos avaliados, proporcionam um ambiente favorável à informação.

Primeiros colocados no ranking
Pelo quinto ano seguido, a Noruega ocupa o primeiro lugar no ranking de liberdade de imprensa. Mesmo assim, os meios de comunicação noruegueses destacam que faltam informações públicas sobre a pandemia. Os países nórdicos são os melhores colocados:

1º Noruega

2º Finlândia

3º Suécia

4º Dinamarca

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