Anvisa manda recolher remédio para estômago vendido em embalagem para pressão alta

Anvisa determina recolhimento de medicamento por erro de embalagem e proíbe lotes falsificados de remédios para câncer, diabetes e tumores.

A identificação de um erro de embalagem das caixas do Pantoprazol 40 mg que foram trocadas por embalagens do medicamento Hidroclorotiazida 25 mg, utilizado no tratamento da hipertensão arterial. Confira a lista de outros lotes alvos da Anvisaque incluem remédios falsificados para câncer e Mounjaro

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na quarta-feira (7), o recolhimento do lote OA3169 do medicamento Pantoprazol Sódico Sesqui-Hidratado 40 mg, indicado para o tratamento de problemas gastrointestinais. A medida também suspende a venda, a distribuição e o uso do produto.

Segundo a Anvisa, a ação atinge exclusivamente o lote citado. O recolhimento ocorreu após a empresa MedQuímica Indústria Farmacêutica Ltda. comunicar, de forma voluntária, a identificação de um erro de embalagem. Caixas do Pantoprazol 40 mg foram trocadas por embalagens do medicamento Hidroclorotiazida 25 mg, utilizado no tratamento da hipertensão arterial.

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Lotes falsificados entram na lista de proibição

Além do recolhimento do Pantoprazol, a Anvisa determinou a apreensão e proibição de lotes falsificados de outros medicamentos comercializados no país.

Imbruvica

Os lotes NIS7G01, NJS7J00 e PJS0B00 do medicamento Imbruvica, utilizado no tratamento de cânceres hematológicos, devem ser apreendidos e não podem ser comercializados, distribuídos ou utilizados. A decisão ocorreu após a fabricante Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. informar que não produziu os lotes e que o registro do medicamento em cápsulas foi cancelado.

Mounjaro

No caso do medicamento Mounjaro, usado no tratamento do diabetes tipo 2, o lote D838878 também foi considerado irregular. A empresa Eli Lilly do Brasil Ltda. comunicou à Anvisa que o lote não foi fabricado pela companhia, o que motivou a proibição.

Voranigo

O lote FM13L62 do medicamento Voranigo, indicado para tumores cerebrais, teve sua apreensão determinada. A fabricante Laboratórios Servier do Brasil informou desconhecer a origem do lote, levando à proibição de fabricação, importação, armazenamento, divulgação, venda e uso.

Problema também atinge antialérgico

A Anvisa informou ainda o recolhimento do lote 569889 do antialérgico Alektos 20 mg, da empresa Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A. A medida foi adotada após a identificação de troca de embalagens com o medicamento Nesina. O recolhimento também foi comunicado de forma voluntária pela empresa.

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