Marcelo Caumo foi prefeito de Lajeado durante a tragédia climática na cidade
A primeira fase da operação foi deflagrada em novembro de 2025 e a análise parcial do material apreendido corroborou a hipótese de direcionamento das licitações. As investigações identificaram irregularidades em três licitações da Prefeitura de Lajeado envolvendo empresas de um mesmo grupo econômico, contratadas para prestar serviços de assistência social.
Segundo a PF, há indícios de que as escolhas não observaram a proposta mais vantajosa e de que os valores pagos estavam acima dos preços de mercado.
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Caumo foi prefeito de Lajeado entre 2017 e 2024. Em novembro do ano passado, ele foi alvo da primeira fase da operação e sofreu buscas e apreensão.
A operação desta quinta ainda cumpre 20 mandados de busca e apreensão, além de dois mandados de prisão temporária expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
As buscas acontecem nos municípios de Lajeado, Muçum, Encantado, Garibaldi, Salvador do Sul, Fazenda Vilanova, Novo Hamburgo e Porto Alegre, todos no Rio Grande do Sul.
Foi decretado, ainda, o afastamento cautelar do cargo público ocupado por dois investigados. A PF não divulgou os nomes.
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Na ação foram apreendidos três veículos, aparelhos eletrônicos e documentos relacionados ao caso que serão analisados.
Os investigados poderão responder pelos crimes de desviar, ou aplicar indevidamente, rendas ou verba pública, contratação direta ilegal, fraude em licitação ou contrato, corrupção passiva, corrupção ativa, associação criminosa, lavagem de dinheiro, dentre outros.



