Ministério Público obteve na Justiça o sequestro, nesta quinta-feira (3), de três imóveis ligados ao esquema localizados em Bento Gonçalves. Juntas, as propriedades estão avaliadas em aproximadamente R$ 750 mil.
Três investigados por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro na Serra Gaúcha tornaram-se réus após a Justiça aceitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS).
A decisão, formalizada nesta quinta-feira (3), também determinou o sequestro de três imóveis localizados em Bento Gonçalves. Juntas, as propriedades estão avaliadas em aproximadamente R$ 750 mil.
Os investigados são acusados de crimes de lavagem de capitais. Com o recebimento da denúncia, eles passam formalmente à condição de réus e responderão ao processo na Justiça.

Justiça bloqueia três imóveis em Bento Gonçalves
O sequestro patrimonial impede que os imóveis sejam vendidos, transferidos ou tenham sua propriedade alterada enquanto estiver vigente a determinação judicial.
A medida busca preservar o patrimônio relacionado à investigação e garantir recursos para eventual reparação de danos ou perda dos bens em favor do Estado, caso isso seja determinado ao final do processo.
Os imóveis estão localizados em Bento Gonçalves e representam aproximadamente R$ 750 mil em patrimônio submetido à medida cautelar.
Investigação apura lavagem de dinheiro
Segundo o MPRS, a investigação acompanha fluxos financeiros e busca identificar a estrutura utilizada por grupos criminosos para movimentar recursos.
A ação integra a terceira fase da Operação Contas Abertas, que tem como uma das frentes justamente o rastreamento e a asfixia patrimonial de organizações criminosas.
O recebimento da denúncia, entretanto, não significa condenação. Os três réus ainda serão submetidos ao processo judicial, com direito ao contraditório e à ampla defesa.





