Desemprego RS atinge menor nível histórico no 3º trimestre

Desemprego RS cai a 4,1% no 3º trimestre de 2025, menor taxa desde 2012, segundo IBGE.

IBGE aponta taxa de 4,1%, a menor desde o início da série histórica, em 2012.

O desemprego RS recuou para 4,1% no terceiro trimestre de 2025, registrando a menor taxa desde o início da série histórica da PNAD Contínua, em 2012. O índice, divulgado pelo IBGE, ficou abaixo do trimestre anterior, quando marcava 4,3%, e reforça o desempenho positivo do mercado de trabalho gaúcho.

No cenário nacional, a taxa ficou em 5,6% no mesmo período, também a menor já registrada para o trimestre de julho a setembro. A diferença confirma a posição do Rio Grande do Sul como uma das economias mais estáveis em nível de emprego no país.

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Melhor resultado em 13 anos

O desemprego RS apresentou melhora significativa em relação à década passada. Em 2015, o índice era de 7%. A queda para os atuais 4,1% indica avanços contínuos na geração de trabalho e renda no Estado.

A Região Sul contabiliza atualmente 611 mil pessoas desocupadas, o equivalente a 3,4% — número inferior à média brasileira. O Nordeste segue como a região com maior taxa, atingindo 7,8%.

Rendimento médio cresce e supera média nacional

A renda média dos trabalhadores no Rio Grande do Sul ficou em R$ 3.671 no período, abaixo de Santa Catarina (R$ 4.028) e do Paraná (R$ 3.710), mas acima do valor nacional de R$ 3.369. No Brasil, o rendimento médio real alcançou cerca de R$ 3.507 e mostrou estabilidade frente ao trimestre anterior.

Entre os setores avaliados no Estado, os rendimentos foram: Construção (R$ 3.055), Comércio (R$ 3.155) e Serviços domésticos (R$ 1.428).

Indicadores adicionais mostram fortalecimento econômico

Em comparação ao trimestre anterior, a queda do desemprego RS foi de 0,2 ponto percentual. Frente ao mesmo período de 2024, o recuo foi de 1 ponto percentual, reforçando o ritmo de recuperação econômica.

Já o rendimento médio mensal real dos ocupados no primeiro trimestre de 2025 foi de R$ 3.770, valor estável, mas 6,8% superior ao mesmo intervalo de 2024. Esse desempenho representa o maior patamar desde 2012.

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