Ranking de Competitividade 2025: Bento Gonçalves despenca e liga o alerta

 

 

 

O desempenho de Bento Gonçalves no Ranking de Competitividade dos Municípios 2025, mostra um cenário de declínio em diversas áreas. As tabelas oficiais do levantamento indicam um recuo da cidade em classificações nacionais, estaduais e regionais, apontando para desafios específicos na gestão pública 

 

Desempenho no Cenário Nacional

 

Na classificação geral do Brasil, a cidade recuou 174 posições, saindo da 66ª colocação em 2024 para a 240ª em 2025.

O movimento descendente se reflete em pilares importantes:

  • Instituições: Caiu 273 posições, ficando no 411º lugar.
  • Sustentabilidade Fiscal: Recuou 257 posições, chegando ao 414º lugar.
  • Funcionamento da Máquina Pública: A maior queda, com 230 posições perdidas, deixando a cidade em 391º lugar. A performance nos subindicadores é de 407º em Custo da Função Administrativa e 402º em Custo Legislativo.
  • Acesso à Saúde: A cidade perdeu 122 posições, ficando na 232ª colocação.
  • Saneamento: Recuou 17 posições, para o 351º lugar.
  • confira os dados das tabelas abaixo

 

 

 

 

 

 

 

Desempenho no Cenário Estadual

 

No ranking do Rio Grande do Sul, Bento Gonçalves perdeu 11 posições, passando a ocupar a 16ª colocação.

  • Instituições: Queda de 15 posições, para o 24º lugar.
  • Sustentabilidade Fiscal: Perdeu 14 posições, ficando em 24º lugar.
  • Funcionamento da Máquina Pública: Recuo de 11 posições, para o 23º lugar.
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Desempenho no Cenário Regional

 

Na Região Sul, o município perdeu 36 posições no ranking geral, ocupando agora a 58ª colocação.

  • Instituições: Recuou 30 posições, para o 70º lugar.
  • Sustentabilidade Fiscal: Perdeu 29 posições, para o 70º lugar.
  • Funcionamento da Máquina Pública: Queda de 26 posições, ficando em 68º lugar.

 


Pontos de Destaque e a Análise da Gestão Pública

 

As tabelas mostram que, apesar do recuo nos indicadores gerais e de gestão, a cidade mantém um bom desempenho em algumas áreas, o que pode ser considerado um ponto de partida para sua recuperação.

  • Qualidade da Saúde: O pilar avançou 10 posições, alcançando a 42ª colocação no Brasil.
  • Economia: A cidade mantém uma posição de destaque no Brasil (48ª colocação) e no Rio Grande do Sul (6ª colocação).
  • Segurança: A cidade avançou 19 posições no ranking nacional, atingindo a 88ª colocação.

O contraste entre a solidez econômica e a saúde da população e o declínio nos indicadores de gestão pública sugere que os desafios estão concentrados na eficiência da máquina administrativa. O desempenho da administração pública, em comparação com o ano anterior, apresenta um recuo significativo em áreas como custos administrativos, transparência e gestão de recursos. Essa disparidade entre os pilares pode ser um fator central para a queda da cidade nos rankings.

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