Emprego no Brasil atinge recorde com 103,3 milhões de pessoas ocupadas

Emprego no Brasil atinge recorde com 103,3 milhões de pessoas ocupadas

Emprego no Brasil chega ao maior nível da série histórica, enquanto desemprego recua para 5,3% no trimestre encerrado em julho.

O mercado de trabalho brasileiro alcançou um novo recorde no trimestre encerrado em julho de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número de pessoas ocupadas chegou a 103,3 milhões, maior patamar da série histórica iniciada em 2012. O resultado representa crescimento de 1% em relação ao trimestre encerrado em abril.

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Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego recuou para 5,3%, uma queda de 0,5 ponto percentual frente aos 5,8% registrados no trimestre anterior.

O índice também representa o menor nível de desemprego para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica.

Mesmo com a redução, 5,8 milhões de brasileiros estavam desempregados no período. Para o IBGE, são consideradas desempregadas as pessoas com 14 anos ou mais que não trabalhavam, estavam disponíveis para trabalhar e haviam tomado alguma providência para buscar emprego.

Trabalho com carteira mantém recorde

O número de empregados do setor privado com carteira assinada ficou em 39,4 milhões, mantendo o maior nível da série histórica. O resultado permaneceu estável tanto em relação ao trimestre anterior quanto na comparação anual.

Já o contingente de trabalhadores do setor privado sem carteira assinada cresceu 3,6% em relação ao trimestre anterior, com acréscimo de 477 mil pessoas.

Com isso, o total de empregados no setor privado, considerando trabalhadores com e sem carteira, também alcançou o maior patamar da série, com 53,2 milhões de pessoas.

Rendimento médio chega a R$ 3.762

O rendimento real habitual de todos os trabalhos ficou em R$ 3.762 no trimestre encerrado em julho, mantendo estabilidade em relação ao período anterior.

Na comparação anual, porém, a renda média apresentou crescimento de 3,3%.

A massa de rendimento real habitual chegou a R$ 383,5 bilhões no trimestre encerrado em julho. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o indicador permaneceu estável.

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